segunda-feira, 13 de maio de 2013

Exemplos de imagens do tema CORES

Pessoal, vamos dar uma olhada nesses exemplos de obras de artes!

Paul Gauguin se utilizava muito das cores quentes (vermelho, laranja e amarelo) para representar o calor em suas telas.





Mas veja as telas a seguir, também do pintor Gauguin:
Elas se utilizam predominantemente dos tons de verdes, azuis e roxos, nos dando a sensação de frio!




Em sala, conversamos sobre policromia e monocromia. A pintura da mandala que fizemos foi policromática. Todos os alunos utilizaram-se de no mínimo 2 cores para pintar.
A monocromia é a utilização de 1 única cor e suas diversas tonalidades. Vamos aos exemplos de trabalhos monocromáticos ou com predominância monocromática:

                                                                         Aqui duas obras do artista Yves Klein.
 Georges Braque!
 "Desvio para o vermelho", é uma instalação do artista brasileiro Cildo Meireles

Esta é "A engomadeira" de Pablo Picasso!

Lembram das cores complementares? Aquelas que ficam opostas no círculo cromático, mas que quando juntas tem uma vibração especial?

Roxo e amarelo


Laranja e azul


 Verde e vermelho



Pablo Picasso teve muitas fases distintas em sua carreira como pintor. Na fase azul(1901 a 1905), Picasso pintou a solidão, a morte e o abandono. Foi uma época em que ele andava triste pela morte de um amigo e também pela pobreza e dificuldade em que vivia. 
Esta obra da fase azul chama-se "A Tragédia"

Quando se apaixonou por Fernande Olivier, as coisas melhoraram um pouco e ele passou a usar mais tons de vermelhos e rosas e a pintar cenas mais alegres. A fase rosa (1905-1906) foi caracterizada pela presença de acrobatasdançarinosarlequins e o mundo do circo.

Esta obra da fase rosa chama-se "Família do acrobata"


Espero que agora tenha ficado um pouco mais claro toda aquela conversa sobre cores!!!
Abraço.
Prof. Morgana Tesman




8a série texto CORES

Texto para a 8a série.


As cores

Desde sempre, o homem reconheceu que a luz era muito importante para a percepção de tudo o que o rodeava, o azul do céu, o verde das plantas, o vermelho das flores ou do sangue dos animais... Porém, a explicação física do fenômeno não foi conhecida senão no século XIX. Dois séculos antes, em 1665, Sir Isaac Newton descreveu que a luz do sol podia ser decomposta em várias cores fazendo-a passar por um prisma de três faces. Isto produzia um espectro que ia do vermelho, passando pelo laranja, o amarelo, o verde e o azul até ao violeta.

Esta teoria foi o ponto de partida de vários estudos sobre a teoria da cor até aos nossos dias.

Sem luz não há cor. Só podemos ver a cor real de um objeto quando está iluminado por uma luz natural ou artificial. Por exemplo, quando a luz (composta pelas sete cores) incide sobre um objeto vermelho, as suas propriedades fazem com que das sete cores, seja refletida apenas o vermelho. Todas as outras cores são absorvidas.

Quando a luz incide num objeto branco, todas as sete cores que compõem cada raio de luz, são refletidas.

Quando a luz incide num objeto preto, todas as sete cores que compõem cada raio de luz, são absorvidas.

É por isso que no verão não se aconselha usar roupa preta: torna-se muito quente porque absorve todos os raios solares.

E como surge o arco-íris? O arco-íris resulta da decomposição da luz branca (tal como acontece com o prisma triangular). quando a luz atravessa as gotículas da chuva surgem as sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.

Para melhor entender as cores elas são assim resumidas:

Cores Primárias: São as cores puras, que parecem ter luz própria: Amarelo, ciano e magenta. Para facilitar o estudo costuma-se utilizar Amarelo, azul e vermelho.

Cores Secundárias: Obtidas a partir da mistura das primárias duas a duas: Laranja (amarelo+vermelho), roxo (azul+vermelho) e verde (azul+ amarelo).

Cores complementares: São aquelas que se encontram diametralmente opostas no círculo cromático. Azul e laranja, vermelho e verde e amarelo e roxo. São cores que apresentam o mais forte contraste quando estão lado a lado.

Cores análogas: São cores vizinhas no círculo cromático.

Cores neutras: São o branco, o preto e os cinzentos. Misturando o branco com o preto, gradualmente, obtemos uma vasta gama de cinzentos.

Cores quentes e frias: A cor influencia o estado de espírito e transmite sensações diferentes às pessoas. Associamos o calor ou no amor ao vermelho, laranja e amarelo, que são cores quentes.

Quando pensamos na água, na chuva ou nas grandes florestas, temos uma sensação de frescura e associamos ao azul, violeta e verde, que são cores frias.

Cores terciárias: São as cores obtidas da mistura de uma cor primária com uma secundária. Essa mistura só pode ocorrer quando na cor secundária existe a primária que será adicionada. Ficando assim:

Azul arroxeado

Azul esverdeado

Vermelho alaranjado

vermelho arroxeado

Amarelo esverdeado

amarelo alaranjado.

Monocromia é a variação tonal das nuances e matizes de uma determinada cor.

Policromia é o emprego de variadas cores com ou sem ordem estabelecida, causando um belo impacto visual.

7o ano texto CORES

Texto para 7o ano.


CORES
A cor é importante para que possamos expressar nossas ideias e sentimentos para outras pessoas, utilizando linguagens artísticas (pintura, desenho, gravura, teatro). É um elemento que tem significados diferentes para diferentes culturas e sua análise possibilita conhecer mais sobre suas possibilidades
Embora os efeitos estéticos alcançados pelo preto e branco sejam muito apreciados, as cores fazem parte de nossa vida, e não podemos nem imaginar o mundo real sem elas.
As cores exercem determinado efeito sobre as pessoas e ajudam a compor e definir nossa personalidade.
As cores podem ter influência psicológica sobre o ser humano, algumas estimulam, outras tranqüilizam, pois são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro e consequentemente refletem impulsos e reações para o corpo. Elas têm uma função simbólica muito importante no nosso dia a dia. Quando associada a uma ideia, numa determinada circunstancia, a cor funciona como um símbolo. Na nossa cultura, temos vários exemplos muito conhecidos:
O preto está associado ao mistério.
O branco remete a paz, sinceridade, pureza, verdade, inocência, calma.
O verde simboliza esperança, calma, juventude.
O vermelho ativa e estimula, significa elegância, paixão, liderança. E assim por diante.
Chamamos de cores quentes aquelas em que prevalecem os tons de vermelho, amarelo e laranja, e de cores frias aquelas em que prevalecem os tons de azuis, roxos e verdes.
A cor é um fenômeno físico gerado pela luz. Isaac Newton explicou que a luz do sol, embora pareça transparente ou branca, quando atravessa um prisma (poliedro em que duas faces são polígonos paralelos e côngruos e as outras são paralelogramos) de vidro se decompõe em sete cores: o espectro solar. É o mesmo que acontece quando observamos um arco-íris.
Quando a luz atinge um objeto, uma parte dos raios luminosos é absorvida pelo objeto e se transforma em calor, enquanto a outra parte é refletida e atinge a nossa visão que a recebe em forma de cor. Ou seja, o que percebemos como cor é uma forma de reflexo.
O que parece amarelo é o que reflete só raios amarelos.
Já o preto absorve todos os raios e não reflete nenhum, o que faz com que um objeto preto exposto ao sol absorva muito mais calor que um objeto branco ou de cor clara. É por isso que nos dias de verão devemos usar roupas claras: elas absorvem poucos raios e conservam pouco calor.
As cores se organizam de acordo com sua relação com três cores principais, chamadas de primárias. Da mistura das cores três cores primárias – amarelo, vermelho e azul – duas a duas surgem as chamadas secundárias – laranja, verde e violeta. Entre si elas se complementam por oposição. Cada uma das cores primárias tem sua cor complementar. Sendo assim:
Amarelo e violeta
Laranja e azul
Verde e vermelho

As complementares são cores que se atraem e se valorizam mutuamente, modificando a percepção que temos delas. Por isso, quando colocadas lado a lado, alcançam efeitos de luminosidade máxima. Quando misturada produzem o cinza neutro.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

6° ano "A cor na Arte"

As Cores
A cor é importante para que possamos expressar nossas ideias e sentimentos para outras pessoas, utilizando linguagens artísticas (pintura, desenho, gravura, teatro). É um elemento que tem significados diferentes para diferentes culturas e sua análise possibilita conhecer mais sobre suas possibilidades.
As cores fazem parte de nossa vida, e não podemos nem imaginar o mundo real sem elas.
A cor é um fenômeno físico gerado pela luz. Isaac Newton explicou que a luz do sol, embora pareça transparente ou branca, quando atravessa um prisma (poliedro em que duas faces são polígonos paralelos e côngruos e as outras são paralelogramos) de vidro se decompõe em sete cores: o espectro solar. É o mesmo que acontece quando observamos um arco-íris.
O efeito contrário é obtido quando observamos um círculo de sete cores girando rapidamente: as cores desaparecem e surge o branco.
Quando a luz atinge um objeto, uma parte dos raios luminosos é absorvida pelo objeto e se transforma em calor, enquanto a outra parte é refletida e atinge a nossa visão que a recebe em forma de cor. Ou seja, o que percebemos como cor é uma forma de reflexo.
O que parece amarelo é o que reflete só raios amarelos.
Já o preto absorve todos os raios e não reflete nenhum, o que faz com que um objeto preto exposto ao sol absorva muito mais calor que um objeto branco ou de cor clara. É por isso que nos dias de verão devemos usar roupas claras: elas absorvem poucos raios e conservam pouco calor.
E como surge o arco-íris? O arco-íris resulta da decomposição da luz branca (tal como acontece com o prisma triangular). quando a luz atravessa as gotículas da chuva surgem as sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.


Cores Primárias: São as cores puras: amarelo, azul e vermelho.
Cores Secundárias: Obtidas a partir da mistura das primárias duas a duas: Laranja (amarelo+vermelho), roxo (azul+vermelho) e verde (azul+ amarelo).
Cores terciárias:  São as cores obtidas da mistura de uma cor primária com uma secundária. Essa mistura só pode ocorrer quando na cor secundária existe a primária que será adicionada. Ficando assim:
Azul arroxeado
Azul esverdeado
Vermelho alaranjado
Vermelho arroxeado
Amarelo esverdeado

Amarelo alaranjado.



















Mondrian inspira artistas na moda, na publicidade, no designer e na arquitetura...







O artista plástico Aldemir Martins nasceu em Ingazeiras, no Vale do Cariri, Ceará em 8 de novembro de 1922. A sua vasta obra, importantíssima para o panorama das artes plásticas no Brasil, pela qualidade técnica e por interpretar o “ser” brasileiro, carrega a marca da paisagem e do homem do nordeste.
 
O artista participou de diversas exposições, no país e no exterior, revelando produção artística intensa e fecunda. Sua técnica passeia por várias formas de expressão, compreendendo a pintura, gravura, desenho, cerâmica e escultura em diferentes suportes. Aldemir Martins não recusa a inovação e não limita sua obra, surpreendendo pela constante experimentação: o artista trabalhou com os mais diferentes tipos de superfície, de pequenas madeiras para caixas de charuto, papéis de carta, cartões, telas de linho, de juta e tecidos variados - algumas vezes sem preparação da base de tela - até fôrmas de pizza, sem contudo perder o forte registro que faz reconhecer a sua obra ao primeiro contato do olhar.
Seus traços fortes e tons vibrantes imprimem vitalidade e força tais à sua produção que a fazem inconfundível e, mais do que isso, significativa para um povo que se percebe em suas pinturas e desenhos, sempre de forma a reelaborar suas representações. Aldemir Martins pode ser definido como um artista brasileiro por excelência. A natureza e a gente do Brasil são seus temas mais presentes, pintados e compreendidos através da intuição e da memória afetiva. Nos desenhos de cangaceiros, nos seus peixes, galos, cavalos, nas paisagens, frutas e até na sua série de gatos, transparece uma brasilidade sem culpa que extrapola o eixo temático e alcança as cores, as luzes, os traços e telas de uma cultura.
Por isso mesmo, Aldemir é sem dúvida um dos artistas mais conhecidos e mais próximos do seu povo, transitando entre o meio artístico e o leigo e quebrando barreiras que não podem mesmo limitar um artista que é a própria expressão de uma coletividade.
Falece em 05 de Fevereiro de 2006, aos 83 anos, no Hospital São Luís em São Paulo.






Textos e imagens retirados da internet!

sexta-feira, 1 de março de 2013

O ponto

Ponto

O elemento mais simples é o ponto, pequena marca em determinado espaço que pode chamar a atenção do olhar, conforme sua posição (foco). Isolado, é elemento estático; combinado com outros pontos, pode-se transformar em dado sugestivo de movimentação e de ritmo.
 
Alguns artistas se utilizaram do ponto de maneira magnífica, dando a este elemento papel de destaque em suas obras.
Observe com atenção as obras a seguir:
 

 
Blessing of the tuna boats - Paul Signac



Paul Signac - Grand Canal Venise
 
 
 Port de Marseilles - Paul Signac
 
 
As 3 imagens acima são do pintor Paul Signac (França 1863-1935), que juntamente com Georges Seurat desenvolveram a técnica do Pontilhismo.  Uma técnica de pintura, saída do movimento impressionista, em que pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição, uma mistura ótica nos olhos do observador (imagem).
 
As imagens a seguir são do também pintor frances Georges Seurat. (1859- 1891)

Rio Sena- Georges Seurat


 Domingo na ilha Grande Jatte - Georges Seurat
 
 
Agora observem as imagens seguintes. São do grafiteiro australiano James Cochran, conhecido como JimmyC. Com graduação e pós-graduação em Artes Visuais pela University of South Australia, JimmyC hoje é artista de rua de grande destaque em seu continente de origem, bem como também pela Europa e Asia. Com grande desenvoltura nos uso dos sprays de tinta, ele se utiliza da técnica do pontilhismo para grafitar em grandes murais de rua em Londres, onde reside atualmente.
 
Brick Lane, Shoreditch, Londres,  2010
 
 

Hasselt wall


 Mojo West night club 2005, Adelaide, Aerosol enamel
 
Outro artista que se utilizou do ponto em muitas de suas obras foi Roy Lichtenstein (EUA, 1923-1997), que procurou valorizar os clichês das histórias em quadrinhos como forma de arte, colocando-se dentro de um movimento que tentou criticar a cultura de massa.
Nos seus quadros a óleo e tinta acrílica,  reproduziu à mão, com fidelidade, os procedimentos de uma técnica pontilhista conhecida como pontos Ben-Day para simular os pontos reticulados das histórias.

Landscape- Roy Lichtenstein
 
 
Nascer do sol - Roy Lichtenstein
 
 
 Celeiro vermelho - Roy Lichtenstein
 
celeiro vermelho 2 - Roy Lichtenstein
 
 
Is Gonna - Roy Lichtenstein


Escreva nos comentários qual obra você mais gostou e porquê? Não esqueça de colocar seu nome e turma.

Prof. Morgana

Fontes:
www.akajimmyc.com
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Roy_Lichtenstein

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Releitura da Monalisa!!!

Oi lindinhos!
Lembram da nossa conversa semana passada sobre como seria a Monalisa (do Leonardo Da Vinci) se fosse pintada hoje? A Monalisa dos dias atuais? Achei essa imagem muito legal!





E aí? A Mona de 2013 seria assim? O que vcs acham?
Beijos da Prof.!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Sejam Bem Vindos!

Olá queridos alunos.
Este espaço foi criado pensando em tornar nossas aulas mais dinamicas e nossa comunicação mais ágil. Postarei aqui textos e imagens referentes aos conteúdos que estivermos estudando. As postagens poderão conter questionamentos que deverão ser respondidos como comentários na própria postagem. Não esqueçam de se identificar com nome e número da série que estudam!
Pra começar posto aqui imagens da paisagem do nosso município como complemento a nossa aula inaugural "releitura de paisagens - Palhoça." Beijos e até a próxima!
 
 
 
 Enseada do Brito
 
 Guarda do Embaú
 
  Praia de Fora
 
 Pinheira
 
Aririú da Formiga
 
Prof Morgana.